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Quais as principais Linguagens de Programação para estudar?

O mundo da programação está sempre em movimento. Novas tecnologias surgem, outras se transformam, mas algumas linguagens de programação continuam firmes como base de quase tudo o que usamos na internet, nos aplicativos, nos sistemas de empresas e até nas inteligências artificiais. Se você está querendo começar na área da programação ou está buscando uma nova linguagem para dominar, entender quais são as principais linguagens para estudar em 2026 pode abrir muitas portas.

Neste artigo vamos apresentar as linguagens mais relevantes, para diferentes objetivos: desenvolvimento web, aplicativos, back-end, ciência de dados, automação, entre outras. O texto é direto, claro e com uma linguagem próxima da realidade de quem está começando ou quer se atualizar. Vamos juntos?

Por que escolher bem uma linguagem de programação?

Antes de mergulhar nos nomes, vale entender que a linguagem certa depende do seu objetivo. Não adianta estudar algo só porque está na moda, se você não pretende seguir carreira naquela área.

Alguns pontos que ajudam a definir:

  • Você quer trabalhar com web, aplicativos, jogos ou IA?

  • Prefere empresas grandes ou freelas?

  • Gosta mais de código limpo ou de resolver problemas visuais?

Agora sim, vamos às linguagens mais indicadas para estudar em 2026!

1. Python – A linguagem mais versátil e querida

Python segue sendo uma das linguagens mais recomendadas para quem está começando, mas também é altamente usada por profissionais avançados. Ela é famosa por sua sintaxe simples, próxima do inglês, o que facilita muito a curva de aprendizado.

Áreas onde Python é destaque:

  • Inteligência Artificial

  • Ciência de Dados

  • Automação de tarefas

  • Desenvolvimento web (com frameworks como Django e Flask)

  • Análise de dados e scripts

Por que aprender Python?

  • Muito material gratuito e comunidades ativas

  • Alta demanda no mercado

  • Fácil de entender, ideal para iniciantes

2. JavaScript – A rainha da web

Se você pretende trabalhar com front-end, criar sites, painéis interativos ou até apps com React Native, então JavaScript é obrigatória.

Hoje em dia, JavaScript vai muito além do básico. Frameworks como React.js, Vue.js e Angular dominam o desenvolvimento web moderno.

Aplicações comuns do JavaScript:

  • Sites dinâmicos

  • Interfaces de aplicativos

  • Aplicativos híbridos (mobile/web)

  • Sistemas SPA (Single Page Application)

Destaques de JavaScript em 2026:

  • Crescimento contínuo do ecossistema

  • Excelente empregabilidade

  • Combina com HTML e CSS para quem curte a parte visual

3. Java – Sólida, confiável e ainda muito usada

Mesmo com mais de 25 anos de estrada, Java continua extremamente presente, principalmente em sistemas bancários, grandes empresas e Android.

Ela é mais robusta e exige um pouco mais de atenção com estrutura e sintaxe, mas isso a torna ideal para projetos grandes e complexos.

Onde Java é utilizada:

  • Aplicativos Android

  • Back-end de grandes sistemas corporativos

  • Soluções bancárias e financeiras

  • Desenvolvimento de APIs e microserviços

Vantagens de Java:

  • Muito usada em empresas consolidadas

  • Altamente escalável

  • Boa documentação e estabilidade

4. C# (C Sharp) – A força da Microsoft para apps e jogos

C# é uma linguagem muito valorizada no ecossistema da Microsoft. Se você pensa em trabalhar com aplicações Windows, sistemas corporativos com .NET ou desenvolvimento de jogos na Unity, essa é uma das melhores escolhas.

Usos principais:

  • Aplicações desktop (Windows Forms, WPF)

  • Games (Unity 3D)

  • Sistemas internos e ERP

  • Web apps com ASP.NET

Por que aprender C#?

  • Forte integração com Windows e Azure

  • Usada no desenvolvimento de jogos

  • Base sólida em empresas tradicionais

5. SQL – A base dos bancos de dados

Não adianta criar sistemas poderosos sem saber manipular dados. Por isso, aprender SQL (Structured Query Language) é obrigatório para qualquer dev, mesmo que você não siga carreira como analista de dados.

Com SQL você pode:

  • Criar e gerenciar bancos de dados

  • Fazer buscas otimizadas em sistemas

  • Trabalhar com sistemas que envolvem Big Data

Motivos para estudar SQL:

  • Complementa qualquer outra linguagem

  • Fácil de aprender

  • Presente em quase todo sistema real

6. TypeScript – JavaScript com superpoderes

TypeScript é uma linguagem baseada em JavaScript, mas com tipagem estática, o que dá mais controle e segurança na hora de programar. Ela é muito usada em projetos grandes e está virando padrão em empresas modernas.

Benefícios do TypeScript:

  • Detecta erros antes da execução

  • Ajuda a manter código organizado

  • É compatível com todo código JS

Usado com frequência em:

  • React, Angular, Next.js

  • Grandes projetos web

  • Apps com muitas funcionalidades

7. Go (Golang) – Rápida, simples e ideal para sistemas escaláveis

Criada pelo Google, a linguagem Go se destaca pela simplicidade e performance. Ela está crescendo muito em startups, infraestrutura de servidores, cloud computing e aplicações em escala.

Go é boa para:

  • APIs de alta performance

  • Desenvolvimento de microsserviços

  • Aplicações que exigem velocidade e segurança

Por que considerar aprender Go?

  • Sintaxe enxuta

  • Fácil de implantar em sistemas reais

  • Muito usada em projetos de cloud

8. Rust – Para quem busca performance e segurança

Rust é uma linguagem moderna, focada em segurança e performance, usada principalmente em sistemas críticos, como navegadores, bancos e blockchains.

É indicada para:

  • Sistemas embarcados

  • Programação de baixo nível

  • Aplicações onde performance é tudo

Diferenciais do Rust:

  • Evita falhas de memória

  • Muito rápida

  • Boa aceitação entre programadores experientes

9. Kotlin – O novo Android oficial

Se seu foco é desenvolvimento mobile Android, então Kotlin é a linguagem mais atual. Ela foi criada para substituir o Java em apps Android e hoje já é a principal linguagem da plataforma.

Kotlin oferece:

  • Código mais limpo que Java

  • Total compatibilidade com projetos Java antigos

  • Suporte oficial do Google

Usos principais:

  • Apps Android

  • Back-end com frameworks como Ktor

10. PHP – Ainda forte em web e WordPress

Apesar das críticas, PHP ainda está longe de morrer. Ele continua sendo a base de muitos sites, sistemas de gestão e é o motor por trás do WordPress, que alimenta mais de 40% dos sites da internet.

Vale a pena aprender PHP se:

  • Você quer trabalhar com WordPress

  • Deseja entrar rápido no mercado de freelas web

  • Pretende dar manutenção em sites existentes

BÔNUS: Outras linguagens que valem atenção

  • Swift – Para desenvolver apps iOS (iPhone e iPad)

  • R – Para quem está focado em estatística e ciência de dados

  • Shell Script – Ideal para automações em servidores Linux

  • Dart – Utilizada com o framework Flutter para apps multiplataforma

  • MATLAB – Forte em pesquisa e engenharia

Como escolher a linguagem certa para você?

Não existe uma resposta única. Mas aqui vão algumas dicas práticas:

  • Iniciantes: comece com Python ou JavaScript

  • Quer trabalhar com web: aprenda JavaScript e depois TypeScript

  • Foco em dados e IA: invista em Python e SQL

  • Quer ir pra área de games: comece com C# e Unity

  • Deseja algo mais tradicional em empresas: Java ou C#

  • Gosta de performance e inovação: tente Go ou Rust

O mais importante é começar por uma e praticar bastante. Depois você pode aprender outras, e elas vão ficando cada vez mais fáceis com o tempo.

A carreira em programação não depende só de saber muitas linguagens. O que conta é saber resolver problemas com lógica, se adaptar às mudanças e saber aplicar o que aprendeu. Aprender bem uma ou duas linguagens e se aprofundar nelas já te coloca na frente de muita gente.

Se você está começando agora ou quer se recolocar, essas principais linguagens de programação para estudar em 2026 vão te preparar para oportunidades reais, tanto no Brasil quanto no mundo todo.

Como bloquear site de apostas no celular Android?

Se você está tentando se livrar da tentação dos jogos online ou quer proteger alguém da sua família contra os riscos do vício em apostas, bloquear sites de apostas no celular Android é uma atitude importante. Mesmo que o sistema Android não tenha uma opção nativa para isso, existem maneiras eficazes de conseguir esse bloqueio sem precisar entender de programação ou fazer modificações arriscadas no aparelho.

Neste artigo completo, você vai aprender como bloquear sites de apostas no Android usando métodos simples, seguros e acessíveis para qualquer usuário. Também vamos mostrar quais ferramentas funcionam melhor, quando usar cada uma e como garantir que o bloqueio seja de fato eficiente.

Por que bloquear sites de apostas?

O acesso irrestrito a sites de apostas pode gerar diversos problemas. Para algumas pessoas, apostar virou uma prática viciante que interfere no controle financeiro e no bem-estar emocional. Em outros casos, os sites servem como porta de entrada para golpes ou desvio de dados pessoais. Veja os principais motivos para fazer o bloqueio:

  • Evitar vício em jogos de azar

  • Proteger crianças e adolescentes de conteúdos inadequados
  • Impedir prejuízos financeiros por apostas impulsivas
  • Reduzir distrações no ambiente de trabalho ou estudo
  • Aumentar a segurança digital do celular

Agora que você já sabe por que essa ação é importante, vamos direto ao ponto com os métodos que realmente funcionam.

Usando recursos do próprio Android

Embora o Android não permita o bloqueio direto de sites específicos por padrão, ele oferece alguns recursos que ajudam a reduzir o acesso a esses conteúdos.

Bem-estar digital e controle dos pais

Essa função já vem instalada em muitos aparelhos Android e é ideal para limitar o acesso de crianças ou adolescentes a conteúdos impróprios.

Como configurar:

  1. Acesse as configurações do celular
  2. Procure por “Bem-estar digital e controle dos pais”
  3. Configure um perfil com o Google Family Link
  4. Ative filtros de conteúdo e bloqueio de sites inapropriados

Esse controle funciona melhor em celulares usados por menores de idade, pois exige vinculação com outra conta responsável.

Filtro SafeSearch

É um recurso do Google que ajuda a esconder resultados sensíveis nos mecanismos de busca.

Como ativar:

  1. Abra o app do Google
  2. Vá em “Configurações” e depois em “Geral”
  3. Ative o SafeSearch

Apesar de não impedir o acesso direto aos sites, o SafeSearch reduz a exposição acidental a plataformas de apostas.

Aplicativos que bloqueiam sites de apostas

A forma mais prática e direta de impedir o acesso a sites de apostas é usando aplicativos especializados. Eles funcionam em qualquer celular Android e são fáceis de configurar.

BlockSite

É um dos aplicativos mais populares e eficazes. Com ele, você cria uma lista de sites proibidos, define horários de bloqueio e ainda pode proteger as configurações com senha.

Principais funções:

  • Bloqueia sites específicos como blaze, bet365, pixbet, betano
  • Funciona em todos os navegadores
  • Permite proteção por senha
  • Possui modo de produtividade com cronômetro de foco

Depois de instalado, basta abrir o aplicativo, permitir o acesso solicitado, ir até a aba de bloqueio e adicionar os domínios que você deseja restringir.

AppBlock

Outro aplicativo eficiente que permite bloquear tanto sites quanto aplicativos relacionados a apostas.

Recursos importantes:

  • Bloqueio de apps como casas de apostas
  • Lista de sites indesejados
  • Agendamento por dias e horários
  • Estatísticas de uso

Ele é ideal para quem deseja organizar melhor o uso do celular e evitar recaídas em momentos de distração.

Mudando o DNS para bloquear sites automaticamente

Alterar o DNS do seu celular pode ser uma estratégia poderosa para bloquear categorias inteiras de sites, incluindo apostas, sem precisar instalar aplicativos.

Passos para configurar:

  1. Vá nas configurações do Android
  2. Toque em “Rede e internet” e depois em “DNS particular”
  3. Escolha a opção “Nome do host do provedor DNS”
  4. Insira um DNS com filtro familiar como:
    • dns-family.adguard.com
    • family-filter-dns.cleanbrowsing.org

Essa medida é útil porque o DNS atua como uma barreira geral para sites impróprios. Se alguém tentar abrir um endereço bloqueado, a página simplesmente não carrega.

Usando navegadores com extensões de bloqueio

Se você utiliza navegadores como Firefox no celular, é possível instalar extensões que ajudam a bloquear sites de apostas.

Como fazer:

  1. Instale o Firefox na Play Store
  2. Acesse a área de complementos
  3. Instale uma extensão como o LeechBlock
  4. Adicione os endereços dos sites que deseja bloquear

É uma boa alternativa para quem prefere controlar o acesso por dentro do navegador.

Lista de sites de apostas mais bloqueados

Abaixo, veja alguns dos sites mais comuns que as pessoas desejam bloquear:

  • blaze.com
  • bet365.com
  • pixbet.com
  • betano.com
  • sportingbet.com
  • betfair.com
  • 1xbet.com
  • superbet.com.br

Você pode copiar esses nomes e inserir diretamente nos apps ou filtros que escolher.

Dicas para manter o bloqueio eficiente

Mesmo após configurar tudo, é possível que alguém tente burlar o bloqueio. Por isso, é importante reforçar com algumas estratégias:

  • Ative proteção por senha nos aplicativos de bloqueio
  • Evite instalar navegadores alternativos que não respeitam filtros
  • Desative a opção de instalar apps de fontes desconhecidas
  • Revise regularmente os sites acessados
  • Use aplicativos de relatórios de uso do celular

Essas medidas ajudam a manter o controle sem precisar supervisionar o tempo todo.

Quem deve usar essas ferramentas?

O bloqueio de sites de apostas pode beneficiar diferentes perfis de usuários. Veja alguns exemplos:

  • Pais e responsáveis que desejam proteger menores
  • Adultos que enfrentam problemas com vício em jogos
  • Estudantes que precisam manter o foco
  • Pessoas em recuperação de dívidas por apostas
  • Empresas que querem restringir o uso de sites no ambiente de trabalho

Em todos esses casos, bloquear o acesso é um passo importante para evitar danos maiores.

É possível desfazer o bloqueio?

Sim. Os métodos indicados neste artigo são reversíveis. Se você quiser remover o bloqueio, basta voltar às configurações do app ou DNS usado. Em situações onde o bloqueio é feito para terceiros, como filhos ou familiares, recomenda-se manter o controle protegido por senha.

Bloquear sites de apostas no celular Android é uma forma de se proteger e proteger quem você ama. Existem muitas ferramentas disponíveis, algumas nativas do próprio sistema, outras por meio de aplicativos. O mais importante é entender que esse tipo de atitude pode fazer toda a diferença na rotina, no equilíbrio emocional e até na saúde financeira.

Escolha a alternativa que melhor se adapta à sua realidade. Teste, configure, e se possível, compartilhe com outras pessoas que possam estar passando pela mesma situação. Hoje, com tanta facilidade de acesso, o controle digital se tornou uma responsabilidade.

Celular desliga e não liga mais: O que pode ser?

Já aconteceu de o celular simplesmente desligar do nada e não ligar mais, sem aviso, sem queda, sem água por perto, sem motivo aparente? Essa situação é desesperadora para qualquer pessoa. Afinal, hoje em dia a gente depende do celular pra tudo — trabalho, banco, fotos, redes sociais, mensagens e até para pedir comida. Mas calma, antes de pensar que o pior aconteceu, vale entender o que pode estar por trás disso.

Neste artigo completo, vamos mostrar o que pode fazer um celular desligar sozinho e não ligar mais, quais os principais motivos por trás do problema, como identificar a causa, o que dá pra fazer em casa e quando é hora de procurar assistência técnica. Tudo isso com uma linguagem simples e direta, pra realmente te ajudar a resolver o problema sem enrolação.

Celular desligou sozinho e não liga mais: possíveis causas

Existem vários motivos que podem levar um celular a desligar e se recusar a voltar. Nem sempre significa que o aparelho foi pro espaço. Pode ser desde algo bem simples até um defeito mais sério. Veja as principais causas:

1. Bateria descarregada ou com defeito

Por mais óbvio que pareça, a bateria zerada ainda é o motivo mais comum. Às vezes, o celular desliga e não dá sinal nenhum, nem vibra, nem acende luz, parecendo que “morreu”. Mas na verdade, ele só está completamente descarregado.

Em casos mais graves, pode ser que a bateria esteja danificada, inchada ou com falhas internas, o que impede o carregamento ou faz o celular desligar do nada mesmo com carga.

Dica: coloque o celular no carregador original por pelo menos 15 minutos e veja se reage. Se possível, teste outro cabo ou carregador.

2. Problemas na placa ou no conector de carga

Se você já tentou carregar e nada acontece, talvez o problema esteja no conector de carga ou até na placa interna do aparelho. Isso é comum quando o celular:

  • Foi usado muito tempo com cabos paralelos
  • Já molhou
  • Sofreu queda
  • Teve superaquecimento

Nesse caso, o celular pode parecer completamente morto, mesmo que a bateria esteja boa.

3. Atualização travada ou erro de software

Alguns modelos travam durante atualizações do sistema, causando falhas no boot (reinício). O celular tenta ligar, mas não consegue completar o processo. Em alguns casos, a tela fica preta, e ele não dá nenhum sinal.

Isso é comum em aparelhos Android quando há erro durante o update ou quando o celular foi desligado durante a instalação. Em iPhones, pode acontecer após atualização incompleta via iTunes.

4. Botão de power com defeito

Se o botão de ligar (power) estiver solto, afundado ou com mau contato, o celular pode até estar funcionando, mas você não consegue ligá-lo por conta do botão quebrado.

Isso acontece muito com celulares que caem no chão ou já estão com muitos anos de uso. É um problema físico simples, mas que precisa de reparo técnico.

5. Superaquecimento

Alguns celulares, principalmente os mais antigos ou com bateria já desgastada, desligam por proteção térmica. Ou seja, quando o celular esquenta demais, o sistema desliga sozinho pra não danificar componentes internos. Em alguns casos ele não liga novamente até esfriar totalmente.

6. Presença de vírus ou app malicioso

Em raros casos, o celular pode desligar e travar por conta de vírus ou aplicativo malicioso. Isso é mais comum em celulares Android com apps de fontes desconhecidas instalados.

Se você notou que o celular começou a apresentar problemas logo depois de baixar um app suspeito, pode estar relacionado.

Como identificar o problema em casa

Antes de correr pra assistência, tem alguns testes simples que você pode fazer:

Teste 1 – Carregamento básico

  • Conecte o celular no carregador original
  • Aguarde 10 a 15 minutos
  • Veja se aparece algum sinal: luz, vibração ou som

Se nada acontecer, tente usar outro cabo ou outro carregador.

Teste 2 – Forçar reinicialização

Cada celular tem uma combinação diferente de botões para reiniciar forçadamente. Os mais comuns são:

  • Samsung: pressione Power + Volume pra baixo por 10 segundos
  • Motorola: Power + Volume pra cima
  • Xiaomi: Power + Volume pra cima por 15 segundos
  • iPhone (sem botão Home): Volume pra cima → Volume pra baixo → Segura botão lateral

Se funcionar, ótimo! O sistema travou e agora voltou.

Teste 3 – Verificar superaquecimento

Se o celular estava quente quando desligou, deixe ele descansando em um lugar arejado por uns 30 minutos. Depois tente ligar de novo. Se ele ligar, o problema pode ser térmico.

O que não fazer de jeito nenhum

  • Não abra o celular se não tiver experiência
  • Não tente fazer “choque de bateria” com fio exposto
  • Não mergulhe o celular em arroz achando que vai “secar”
  • Não conecte o celular em carregadores genéricos com amperagem alta

Essas ações só aumentam o risco de estragar de vez o aparelho.

Quando levar na assistência?

Se depois de todos os testes o celular continuar sem sinal de vida, o mais indicado é buscar uma assistência técnica autorizada ou de confiança. Algumas situações que indicam problema mais sério:

  • Celular molhou e parou
  • Sofreu queda forte
  • Apresenta cheiro de queimado
  • Placa ou conector com falhas
  • Tela preta permanente com carga total

Na assistência, eles poderão abrir o aparelho, testar bateria, conector, placa e software com ferramentas adequadas.

Quanto custa pra arrumar um celular que não liga?

O valor depende muito da causa do problema e da marca do celular. Mas pra ter uma ideia média:

  • Troca da bateria: entre R$ 100 a R$ 250
  • Troca do conector de carga: de R$ 80 a R$ 200
  • Reparo de placa: entre R$ 250 a R$ 600 (ou mais em iPhones)
  • Atualização ou reinstalação de sistema: de R$ 50 a R$ 150

Se o aparelho for muito antigo, às vezes vale mais a pena investir em um novo do que gastar em conserto.

E se for o botão de ligar?

Se tudo indica que o botão power está ruim, a assistência pode substituir a peça ou, em casos mais simples, apenas ajustar. O custo pode variar de R$ 50 a R$ 200, dependendo do modelo e da mão de obra.

Enquanto isso, você pode tentar usar aplicativos de botão virtual (caso consiga ligar o celular uma vez).

Como evitar que isso aconteça de novo?

Pra não passar por esse sufoco novamente, algumas dicas simples:

  • Use apenas carregadores originais ou homologados

  • Evite deixar o celular carregando por muitas horas seguidas

  • Nunca baixe apps fora da loja oficial (Play Store ou App Store)
  • Faça backup regular dos seus dados

  • Evite molhar ou deixar o aparelho em locais com umidade
  • Atualize o sistema sempre que disponível

Celular ainda com garantia?

Se o celular tiver menos de 12 meses (ou até 90 dias para itens como bateria), verifique se a garantia cobre o problema. Em muitos casos, a assistência técnica autorizada resolve sem custo, desde que não seja defeito por mau uso.

Celular com tela preta e vibra: o que significa?

Esse sintoma pode indicar que o sistema ainda funciona, mas a tela queimou ou se soltou internamente. Isso acontece após quedas ou com aparelhos que já estão com desgaste interno. Nesse caso, a troca do display resolve.

Um celular que desliga e não liga mais pode ter várias causas: desde bateria descarregada até problemas na placa ou no botão power. Antes de se desesperar, vale fazer testes simples em casa, como carregar por um tempo, forçar a reinicialização e observar se há sinais de vida.

Se nada disso funcionar, buscar assistência técnica é a melhor saída. E quanto antes resolver, maiores as chances de salvar o aparelho sem prejuízo grande. E lembre sempre: manter o celular bem cuidado evita muitos problemas no futuro.

Como acessar o WhatsApp sem chip?

Muita gente se pergunta se dá pra usar o WhatsApp sem chip, seja porque o aparelho quebrou, porque está com problemas na operadora ou simplesmente porque quer acessar o app em outro celular ou navegador. A verdade é que sim, é possível usar o WhatsApp mesmo sem ter um chip ativo no aparelho — e você vai aprender como fazer isso do jeito certo neste guia completo.

Seja com o WhatsApp Web, com outro número emprestado, com apps específicos ou até usando o modo multiaparelho, existem formas simples e seguras de continuar conectado sem depender de um chip físico.

Neste guia, você vai ver como acessar o WhatsApp sem chip, quais os métodos disponíveis em 2025, o que muda com as novas regras de privacidade e dicas para não perder o acesso à sua conta.

WhatsApp precisa de chip para funcionar?

A instalação inicial sim, precisa de um número de telefone. Mas, depois que o WhatsApp é ativado com o número, você não precisa mais do chip presente no aparelho para continuar usando.

Ou seja, o chip serve apenas para receber o SMS de ativação. Depois disso, é possível manter o WhatsApp logado mesmo em um celular sem chip ou usar em outros dispositivos.

Motivos para usar o WhatsApp sem chip

Existem várias situações em que você pode querer usar o WhatsApp sem precisar de um chip:

  • Celular roubado ou perdido
  • Troca de aparelho e o novo não tem entrada de chip
  • Usar WhatsApp em um segundo aparelho sem outro número
  • Acesso ao app no trabalho ou em computadores
  • Testes e simulações com outro número

Independente do motivo, existem formas seguras e permitidas de fazer isso. Basta seguir os métodos abaixo.

Métodos para acessar o WhatsApp sem chip

1. Usar o WhatsApp Web (sem precisar do chip no celular)

Se seu WhatsApp já está ativo em algum celular, você pode acessá-lo de outro dispositivo, mesmo sem chip, usando o WhatsApp Web. Veja como:

Passo a passo:

  • No navegador, acesse: web.whatsapp.com
  • No celular que já tem o WhatsApp, vá em “Dispositivos conectados”

  • Toque em “Conectar dispositivo” e escaneie o QR Code da tela do computador
  • Pronto! O WhatsApp vai abrir no PC e vai continuar funcionando mesmo que o celular fique sem chip

Esse método usa a função multiaparelho, disponível desde 2022 e atualizada em 2025, que mantém os dados sincronizados por até 14 dias mesmo com o celular desligado.

2. Acessar o WhatsApp em outro celular sem chip (usando multiaparelho)

Você pode abrir o mesmo WhatsApp em dois celulares diferentes, mesmo que o segundo não tenha chip.

Como fazer:

  • No celular principal, com o WhatsApp ativado, acesse “Dispositivos conectados”

  • No segundo celular (mesmo sem chip), abra o navegador e vá para web.whatsapp.com
  • Ative o modo “versão para computador”

  • O site vai exibir um QR Code
  • Use o celular principal para escanear esse código
  • O WhatsApp vai funcionar normalmente no segundo aparelho

Esse método também é útil pra quem quer deixar um celular em casa funcionando como WhatsApp fixo.

3. Criar conta de WhatsApp com número fixo ou número virtual

Você pode criar uma conta de WhatsApp sem usar um chip físico, desde que tenha acesso ao número para receber o código de verificação. Isso vale para:

  • Números de telefone fixo

  • Serviços de número virtual (como Google Voice, TextNow, Talkatone)

Etapas:

  • Instale o WhatsApp no celular ou no WhatsApp Business
  • Na hora de inserir o número, coloque o fixo (com DDD) ou número virtual
  • Escolha a opção “Me ligue” para receber o código por ligação, caso o SMS não funcione
  • Digite o código e pronto

Esse método é usado por empresas que querem WhatsApp em tablets, notebooks ou smartphones sem chip.

Importante: nem todos os números virtuais funcionam. Alguns são bloqueados pelo WhatsApp por medida de segurança.

4. Usar aplicativos de número virtual (com cuidado)

Alguns apps geram números temporários que funcionam para ativar contas no WhatsApp. Exemplos:

  • TextNow

  • 2ndLine

  • Numero eSIM

Esses apps fornecem números gratuitos, mas nem sempre garantem estabilidade ou segurança. É preciso cuidado com:

  • Vazamento de dados
  • Reutilização do número por outra pessoa
  • Bloqueios no WhatsApp

Se optar por essa alternativa, use apenas para testes ou contas secundárias. Evite usar como seu número principal.

Dúvidas comuns sobre usar WhatsApp sem chip

Preciso ter internet?

Sim, todos os métodos exigem conexão com a internet, seja por Wi-Fi ou rede móvel. Mesmo sem chip, o aparelho precisa estar online.

Posso fazer ligações e chamadas de vídeo?

Sim. Desde que você esteja com o WhatsApp ativo em um dispositivo conectado à internet, é possível ligar e fazer chamadas de vídeo normalmente, mesmo sem chip.

Posso usar o mesmo número em dois celulares?

Sim, com o modo multiaparelho, é possível ter até 4 dispositivos conectados ao mesmo WhatsApp simultaneamente. Isso vale para:

  • Celulares
  • Computadores
  • Tablets
  • WhatsApp Web

Perco minhas conversas ao trocar de chip?

Não. As conversas são mantidas no backup (Google Drive ou iCloud), e o chip não interfere nos dados salvos. O importante é fazer o backup antes de trocar de aparelho ou número.

Como proteger seu WhatsApp sem chip

Se for usar o WhatsApp em um aparelho sem chip, a segurança precisa ser redobrada. Algumas dicas:

  • Ative a verificação em duas etapas

  • Não compartilhe o código de verificação com ninguém
  • Desconecte aparelhos antigos que não usa mais
  • Mantenha o backup atualizado
  • Use senha ou biometria para bloquear o app

Essas ações dificultam o acesso indevido à sua conta, mesmo que outra pessoa pegue o celular.

WhatsApp em 2025: cada vez mais independente do chip

A cada ano, o WhatsApp tem se tornado mais flexível, e o uso sem chip está mais comum. Com a função multiaparelho 2.0, lançada em atualizações recentes, o app funciona com mais autonomia, mesmo em dispositivos secundários.

Hoje é possível até deixar o celular em casa e usar o WhatsApp no trabalho, no tablet ou no navegador sem depender do número ativo no chip.

Esse avanço tem sido útil para empresas, entregadores, quem perdeu o celular e até pessoas que compartilham aparelhos em família.

Sim, é totalmente possível usar o WhatsApp sem chip e você acabou de aprender como. Seja com um segundo celular, pelo WhatsApp Web, com um número fixo ou até com apps de número virtual, há muitas formas de continuar conectado sem depender do chip.

O importante é garantir que o número usado esteja verificado, que a conta tenha segurança e que o aparelho esteja conectado à internet.

Com essas dicas em mãos, você consegue usar o WhatsApp tranquilamente mesmo sem chip. Se precisar, compartilhe este guia com alguém que esteja passando pelo mesmo.

Letras e Símbolos Japoneses para Nick

Escolher um bom nick é quase tão importante quanto o próprio jogo, rede social ou projeto onde ele será usado. Muita gente busca algo único, estilizado e que passe uma certa personalidade. E um dos recursos mais procurados para isso são letras e símbolos japoneses. A escrita oriental traz um charme especial, e não é à toa que jogadores, streamers e criadores de conteúdo recorrem a esse estilo para criar nicks que chamam atenção.

Neste artigo vamos mergulhar nesse universo, explicar como funcionam os principais tipos de caracteres japoneses, mostrar exemplos prontos para você copiar e usar e ainda dar algumas dicas para personalizar seu nick de forma criativa.

Por que usar letras japonesas em nicks?

Muitas pessoas escolhem símbolos japoneses porque:

  • Passam uma sensação de mistério e estilo;
  • Remetem à cultura pop do Japão, como animes, mangás e games;
  • São pouco usados, tornando o nick mais exclusivo;
  • Funcionam bem tanto em jogos online quanto em redes sociais;
  • Criam um impacto visual que letras comuns não alcançam.

O detalhe é que existem diferentes formas de usar essas letras, e nem sempre elas significam exatamente o que parecem. Por isso é legal entender pelo menos o básico antes de escolher.

Tipos de escrita japonesa

A língua japonesa utiliza três sistemas de escrita principais, que podem ser misturados em uma mesma frase. Esses sistemas também são usados na hora de montar nicks estilizados.

Hiragana (ひらがな)

É o alfabeto fonético mais simples do japonês. Usado para palavras básicas, conjunções e terminações gramaticais. Para nicks, o hiragana transmite suavidade e simplicidade.
Exemplo: ひろ (Hiro), みく (Miku).

Katakana (カタカナ)

Também é fonético, mas geralmente usado para palavras estrangeiras e nomes de marcas. O katakana tem traços mais retos e modernos, dando uma aparência mais “futurista” ao nick.
Exemplo: ケン (Ken), アリス (Arisu).

Kanji (漢字)

São caracteres de origem chinesa, cada um com significado próprio. Usar kanji em nicks é popular porque um único símbolo já pode carregar um conceito inteiro, como força, coragem ou paz.
Exemplo: 力 (força), 愛 (amor), 竜 (dragão).

Exemplos de letras e símbolos japoneses para nick

Se você está buscando inspiração, aqui estão alguns exemplos que já funcionam prontos:

  • 愛神 (Deus do Amor)
  • 鬼殺 (Caçador de Demônios)
  • 竜王 (Rei Dragão)
  • 影丸 (Sombra Redonda)
  • 武士魂 (Alma Samurai)

Esses nicks misturam kanjis poderosos com um ar de mistério, ideais para jogos de ação ou RPG.

Letras japonesas estilizadas para copiar

Além dos sistemas de escrita, existem símbolos japoneses estilizados que podem ser usados sozinhos ou junto com letras latinas. Veja alguns que ficam muito bem em nicks:

  • 月 (lua)
  • 星 (estrela)
  • 火 (fogo)
  • 水 (água)
  • 闇 (escuridão)
  • 光 (luz)

Esses símbolos funcionam muito bem quando usados isolados ou junto de outras palavras. Por exemplo: “Killer月”, “星Shadow”, “火Player”.

Misturando japonês com inglês ou português

Muita gente cria nicks ainda mais originais combinando idiomas. Isso gera contraste e ajuda na memorização. Alguns exemplos:

  • Dark竜 (Dragão Sombrio)
  • Shadow光 (Luz da Sombra)
  • Gamer鬼 (Jogador Demônio)
  • 月Lover (Amante da Lua)
  • 火Storm (Tempestade de Fogo)

Essa mistura é bastante popular em jogos online e redes sociais porque dá uma cara internacional ao nick.

Como escolher o símbolo certo

Antes de simplesmente copiar e colar qualquer caractere, vale a pena pensar no que você quer transmitir. Um nick com o símbolo 愛 (amor) transmite algo completamente diferente de 鬼 (demônio).

Aqui vão algumas sugestões de símbolos com significados comuns que combinam bem com nicks:

  • 力 – força
  • 勇 – coragem
  • 神 – deus
  • 鬼 – demônio
  • 忍 – ninja
  • 竜 – dragão
  • 影 – sombra
  • 猫 – gato
  • 狼 – lobo
  • 武士 – guerreiro samurai

Onde encontrar letras japonesas para usar

Não é preciso decorar os ideogramas. Basta procurar em tabelas de kanji ou em tradutores confiáveis para copiar o símbolo que representa o que você deseja. Existem até geradores online de nicks em japonês, mas cuidado: alguns inventam palavras que não existem. O ideal é conferir o significado antes de usar, principalmente se pretende carregar esse nome por muito tempo em jogos ou redes sociais.

Dicas para criar um nick único

  • Escolha símbolos que tenham significado pessoal.
  • Evite misturar muitos caracteres, senão fica confuso.
  • Use no máximo dois ou três ideogramas fortes.
  • Combine com palavras em português ou inglês para facilitar a leitura.
  • Teste o nick no jogo ou rede social para ver como aparece na tela.

Exemplo de combinações criativas

Aqui vão alguns modelos prontos para você se inspirar ou adaptar:

  • 忍Shadow (Sombra Ninja)
  • 星Wolf (Lobo Estelar)
  • 狼魂 (Alma do Lobo)
  • 竜Fire (Dragão de Fogo)
  • 光King (Rei da Luz)
  • 鬼X (Demônio X)

Essas combinações são fáceis de lembrar, têm impacto visual e ainda carregam significado.

No fim, escolher letras e símbolos japoneses para nick é mais do que um detalhe estético. É uma forma de mostrar personalidade, de transmitir uma ideia ou até mesmo um pedaço da sua identidade no mundo digital. Com os exemplos e dicas acima, você consegue criar algo único, que não só chama atenção, mas também faz sentido para você.

Quanto custa reparo do iPhone 17, PRO e Air?

O lançamento do iPhone 17 trouxe não apenas novas tecnologias, mas também a preocupação de quem pensa nos custos de reparo. Afinal, quanto mais avançado o aparelho, mais caro tende a ser consertar quando acontece algum imprevisto. Quem já teve um iPhone sabe que a troca de tela, bateria ou até mesmo o vidro traseiro pode pesar no bolso. No caso da linha 17, incluindo os modelos iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Air, os valores variam de acordo com o tipo de dano e com o serviço autorizado escolhido.

Reparo de tela: o mais procurado

Um dos problemas mais comuns é a troca de tela, seja por queda, arranhões ou até mesmo por defeitos inesperados. Para o iPhone 17 padrão e o modelo Air, a substituição da tela gira em torno de R$ 2.000 a R$ 2.400 em assistência autorizada. Já no caso do iPhone 17 Pro, que conta com tecnologia de display mais avançada, o valor pode ficar entre R$ 2.500 e R$ 2.800.

Muitos usuários optam por assistências não oficiais, onde o preço é mais baixo, mas há risco de perder a garantia e de receber uma peça de qualidade inferior.

Troca de vidro traseiro

Outro dano recorrente é o do vidro traseiro. Embora pareça simples, a substituição exige equipamentos específicos porque o vidro é colado ao chassi com adesivo industrial de alta resistência. Para o iPhone 17 e Air, a troca custa em média de R$ 1.000 a R$ 1.200. Já no 17 Pro, o valor costuma ser mais alto, variando de R$ 1.300 a R$ 1.500.

Tela e vidro traseiro juntos

Em casos de queda mais grave, quando tanto a frente quanto a traseira ficam danificadas, os custos aumentam bastante. O reparo completo pode ficar em torno de R$ 3.000 a R$ 3.500 para os modelos iPhone 17 e Air, enquanto o iPhone 17 Pro pode ultrapassar os R$ 4.000.

Substituição da bateria

Com o tempo, a bateria começa a perder desempenho. O reparo mais simples, mas ainda necessário, é a troca da bateria. Nos modelos iPhone 17 e Air, o custo médio gira em torno de R$ 600 a R$ 700. Já no Pro, a substituição pode chegar a R$ 800. É um dos reparos menos caros, mas ainda relevante no orçamento.

Reparo da câmera

Outro ponto que costuma dar dor de cabeça é a câmera traseira. Como os modelos Pro possuem sensores maiores e mais sofisticados, o custo de reparo acaba sendo maior. Enquanto no iPhone 17 e Air a troca fica em torno de R$ 1.200, no iPhone 17 Pro pode chegar a R$ 1.800.

Danos mais complexos

Quando o aparelho sofre danos internos, seja por queda forte, contato com água ou problemas na placa lógica, o custo dispara. Para o iPhone 17, o reparo completo pode custar entre R$ 3.500 e R$ 4.000. No Air, esse valor pode chegar a R$ 4.500, e no iPhone 17 Pro, o conserto total passa facilmente dos R$ 5.000. Nesses casos, muita gente acaba optando pela troca do aparelho em vez do reparo.

Como economizar nos reparos

Mesmo com os altos custos, existem algumas estratégias para gastar menos:

  • Usar capinha de proteção reforçada e película de qualidade.
  • Verificar se o aparelho ainda está dentro da garantia estendida ou de programas de troca da própria Apple.
  • Avaliar seguros para smartphones, que podem cobrir parte do valor do reparo.
  • Pesquisar diferentes assistências autorizadas para comparar preços.

Vale a pena reparar ou trocar?

Essa é a grande dúvida de quem sofre um acidente com o iPhone. Se o aparelho for relativamente novo e estiver em bom estado geral, vale investir no conserto. Mas quando o dano é muito grande e o valor do reparo se aproxima do preço de um novo, pode ser mais interessante trocar.

Os valores de reparo do iPhone 17, iPhone 17 Pro e iPhone 17 Air mostram que manter a manutenção em dia e proteger bem o aparelho é essencial para evitar gastos inesperados. Os preços ainda são altos, mas refletem a sofisticação e tecnologia que esses dispositivos carregam.

Como Humanizar Texto de IA?

Tem hora que a gente lê um texto e pensa: “isso aqui tá com cara de robô”. Não tem erro. Textos criados por Inteligência Artificial, quando mal ajustados, entregam frases muito perfeitinhas, repetições irritantes e um jeitão robótico que até assusta. Só que com alguns ajustes simples, é possível humanizar um texto feito por IA e deixá-lo bem mais natural, envolvente e, o mais importante, com cara de gente de verdade.

Neste artigo, você vai entender como transformar aquele conteúdo gerado automaticamente em algo leve, realista, fluido e que engaja. Vamos trazer técnicas práticas, exemplos, erros comuns e formas de fazer com que ninguém perceba que aquele texto saiu de uma máquina.

O que significa humanizar um texto de IA?

Humanizar um texto nada mais é do que ajustar o conteúdo para que ele soe como se tivesse sido escrito por um ser humano, com todas as imperfeições, variações, estilo pessoal e até pequenos erros que tornam a leitura mais natural.

Textos de IA, por padrão, tendem a:

  • Repetir palavras ou expressões
  • Ser excessivamente formais
  • Seguir estruturas engessadas demais
  • Evitar emoção ou opinião
  • Usar frases mecanizadas tipo “além disso”, “por conseguinte”, “em suma”

Ao humanizar, você traz leveza, informalidade, nuances culturais, variações de escrita, humor, emoção e até gírias, quando for o caso.

Por que isso é importante?

  • Melhora o ranqueamento no Google: os algoritmos estão ficando cada vez melhores em identificar conteúdo original e natural
  • Engaja mais o leitor: ninguém gosta de ler algo que parece escrito por um robô
  • Passa credibilidade: textos humanizados transmitem mais confiança e autoridade
  • Evita punições em plataformas: conteúdo detectado como IA em excesso pode ser penalizado

Como saber se um texto precisa ser humanizado?

Você pode desconfiar se o texto:

  • Tem frases repetidas em parágrafos diferentes
  • Começa quase todos os parágrafos da mesma forma
  • Não usa variações de vocabulário
  • É bom demais gramaticalmente, sem nenhum errinho
  • Não tem emoção, ironia, surpresa ou opinião
  • Parece estar explicando demais ou sendo didático de forma forçada

Se ele tiver todos esses sinais… provavelmente foi feito por IA e precisa de uma boa repaginada.

Passo a passo para humanizar um texto de Inteligência Artificial

1. Leia em voz alta

Essa dica é simples, mas poderosa. Quando você lê o texto em voz alta, percebe imediatamente se ele está artificial demais. Se soar estranho ou “quadrado”, marque as partes que precisam ser reescritas.

2. Troque palavras formais por outras mais comuns

Textos de IA costumam exagerar no vocabulário. Palavras como “outrossim”, “todavia”, “ademais” devem ser substituídas por:

  • mas

  • também

  • ainda

  • só que

  • por outro lado

Essa troca dá uma quebra no tom rebuscado e aproxima o texto do leitor comum.

3. Inclua perguntas retóricas

Humanos pensam em voz alta o tempo todo. Uma ótima forma de humanizar é usar perguntas que o leitor também poderia se fazer, por exemplo:

  • Já parou pra pensar nisso?
  • Será que todo mundo percebe isso?
  • E se fosse com você?

Esse tipo de pergunta dá ritmo e mostra que o texto está conversando com alguém, não apenas despejando informação.

4. Varie o tamanho e estrutura das frases

Uma das maiores pistas de que um texto foi feito por IA é quando todas as frases têm o mesmo comprimento. Misture frases curtas com mais longas. Exemplo:

“O marketing digital tem ganhado força nos últimos anos. E não é pra menos. Afinal, ele conecta empresas e clientes de um jeito direto e acessível.”

Esse “E não é pra menos” quebra a monotonia e traz uma fala mais espontânea.

5. Use expressões regionais ou populares (com moderação)

Dependendo do público-alvo, dá pra usar gírias leves, expressões do dia a dia ou até maneiras coloquiais de falar. Exemplo:

  • “Vai por mim”
  • “Na real”
  • “Pensa comigo”
  • “Não tem segredo”

Mas cuidado: não exagere a ponto de parecer caricato. Um toque de informalidade já humaniza sem perder a seriedade.

6. Adicione pequenos erros intencionais

Pode parecer estranho, mas um errinho de digitação ou concordância leve pode fazer o texto parecer mais autêntico. Exemplo:

  • “Isso aqui funciona de um jeito meio doido, mas dá certo.”
  • “Tá, beleza, mas o que isso tem a ver comigo?”

Percebe como isso aproxima o conteúdo da linguagem falada?

7. Corte o excesso de explicações

IA gosta de explicar tudo como se você tivesse cinco anos. Só que o leitor real já entende muita coisa sozinho. Remova frases como:

  • “Neste contexto, é importante destacar que…”
  • “Dessa forma, observa-se que…”

Troque por algo direto:

  • “Por isso funciona.”
  • “É assim que acontece.”

8. Traga exemplos reais e situações do cotidiano

Nada é mais humano que contar uma história. Quando você insere exemplos do mundo real, aproxima o leitor. Use:

  • Situações do dia a dia
  • Conversas imaginárias
  • Casos curiosos ou engraçados
  • Cenas comuns (tipo fila de banco, trânsito, redes sociais)

Exemplo:

“Você já tentou ligar pra um serviço de atendimento e ficou meia hora ouvindo musiquinha? Então, isso é o que o cliente médio enfrenta todo santo dia.”

9. Corte introduções genéricas

Muitos textos de IA começam com frases como:

  • “Nos dias atuais, é cada vez mais importante…”
  • “Com o avanço da tecnologia, torna-se necessário…”

Seja direto. Crie introduções com personalidade. Diga logo a que veio, como:

“Vamos falar a real: ninguém aguenta mais conteúdo robótico.”

Ou:

“Esse papo de IA tá dominando tudo, mas… como deixar isso mais com cara de gente?”

Técnicas avançadas de humanização para redatores experientes

Se você já trabalha com produção de conteúdo, pode ir além e usar:

  • Interjeições (ufa, opa, eita)

  • Quebra de linha proposital

  • Uso de emoji (se for para redes sociais, claro)

  • Estilo de blog pessoal

  • Alternância de narrador (voz do autor + voz do leitor)

Tudo isso aumenta o realismo e dá uma camada de originalidade ao texto.

Ferramentas que ajudam nesse processo

Você pode contar com algumas ferramentas para ajustar o texto:

  • Grammarly ou LanguageTool para revisar erros
  • Quillbot ou Paraphraser.io para reescrever com mais variedade
  • ChatGPT com prompts específicos para pedir textos mais informais ou com estilo livre
  • Hemingway App para cortar frases difíceis ou rebuscadas

Como saber se a humanização funcionou?

Você pode usar ferramentas de detecção de IA, como:

  • GPTZero
  • Originality.AI
  • ZeroGPT

Elas mostram o nível de “humanidade” do texto. Mas o mais importante é sentir se a leitura está fluida, leve e autêntica. Se parecer que alguém tá conversando contigo ali, então tá no caminho certo.

Humanizar texto de IA não é um capricho, é uma necessidade se você quer ser relevante em um mundo cheio de conteúdos genéricos. Com algumas técnicas simples, criatividade e atenção aos detalhes, é possível transformar qualquer parágrafo robótico em algo que parece ter sido escrito por uma pessoa com alma.

Lembre-se: o conteúdo que emociona, diverte ou gera identificação ainda é o conteúdo feito com aquele toque humano.

O que é patrocinado?

Quando você navega nas redes sociais, faz uma busca no Google ou assiste a um vídeo no YouTube, provavelmente já se deparou com algo que tinha a palavra “patrocinado”. Mas afinal, o que é patrocinado? Esse termo aparece em muitos lugares e, mesmo assim, muita gente ainda tem dúvida do que ele realmente significa.

Neste artigo completo e direto, você vai entender o que significa conteúdo patrocinado, onde ele aparece, por que é usado e como isso afeta você, seja como consumidor ou como alguém que quer divulgar seu próprio negócio.

O que é patrocinado?

Patrocinado é todo conteúdo que foi pago para aparecer com destaque em uma plataforma, rede social ou site. Ou seja, é um tipo de propaganda disfarçada de post ou anúncio normal.

Em vez de aparecer de forma orgânica (ou seja, natural, sem pagar nada), um conteúdo patrocinado é impulsionado com dinheiro para alcançar mais pessoas. Isso pode ser um post, um vídeo, uma imagem, um link ou até uma matéria de blog.

Em outras palavras:

  • Quem paga, aparece mais.

  • Quem não paga, depende do algoritmo.

Onde você encontra conteúdos patrocinados?

Eles estão praticamente em todo lugar. Veja os principais ambientes:

1. No Instagram

No feed ou nos stories, você vê aquele post com a etiqueta “Patrocinado” logo abaixo do nome da conta. É uma forma da empresa atingir um público maior, mesmo que esse público não siga a página.

2. No Facebook

Assim como no Instagram, posts pagos aparecem com a palavra “Patrocinado” e são segmentados por idade, cidade, interesses e até profissão.

3. No Google

Os primeiros resultados de uma busca quase sempre são anúncios patrocinados. Eles aparecem antes dos resultados orgânicos e têm a palavra “Anúncio” ou “Patrocinado” na frente.

4. No YouTube

Vídeos que começam com propagandas são patrocinados. Também existem influenciadores que fazem publiposts ou reviews pagos — e esses vídeos são considerados conteúdos patrocinados.

5. Em blogs e sites

Algumas matérias são pagas por marcas para falar de um produto, serviço ou causa. Às vezes, vem com a indicação “conteúdo patrocinado” ou “publieditorial”.

Por que empresas patrocinam conteúdos?

A resposta é simples: visibilidade e resultado. Em um mundo com tanta informação, nem sempre o conteúdo que você posta vai alcançar quem você deseja. Por isso, empresas investem dinheiro para serem vistas.

Motivos mais comuns para patrocinar:

  • Aumentar vendas
  • Ganhar seguidores
  • Divulgar um novo produto
  • Fortalecer a marca
  • Levar tráfego para um site

Um post comum pode ter pouco alcance. Mas um post patrocinado pode alcançar milhares ou até milhões de pessoas, dependendo do valor investido e da estratégia.

Como funciona o patrocínio?

Basicamente, a pessoa ou empresa define quanto quer investir, para quem quer mostrar o conteúdo e por quanto tempo. A maioria das plataformas (como Facebook Ads e Google Ads) têm ferramentas para isso.

Exemplo prático:

Você tem uma loja de roupas e quer mostrar uma nova coleção para mulheres de 20 a 35 anos, que moram em São Paulo e se interessam por moda.

  • Você cria um post com fotos da coleção
  • Escolhe o público-alvo
  • Define um valor diário para investir (R$ 10, R$ 50, R$ 100…)
  • Escolhe por quanto tempo quer que ele apareça
  • A plataforma mostra seu conteúdo para quem se encaixa nesse perfil

Quanto mais específico o público e maior o investimento, mais gente certa vai ver.

Qual a diferença entre conteúdo patrocinado e conteúdo orgânico?

Conteúdo orgânico: é aquele que você publica normalmente, sem pagar nada. Ele aparece para seus seguidores ou para quem o algoritmo resolver mostrar.

Conteúdo patrocinado: é aquele que você impulsiona com dinheiro, para ele aparecer para mais pessoas, mesmo que não sigam sua página.

Comparação rápida:

Tipo de conteúdo Alcança seguidores? Alcança desconhecidos? Precisa pagar?
Orgânico Sim Às vezes Não
Patrocinado Sim Sim Sim

O que é um post patrocinado?

É um post comum transformado em anúncio. Pode ser no feed do Instagram, uma publicação no Facebook, uma imagem no Google ou até um vídeo no TikTok.

Geralmente, o post patrocinado:

  • Tem objetivo de venda ou alcance

  • É impulsionado com verba paga

  • Pode ter botão de “Saiba mais”, “Compre agora” ou “Fale conosco”

Mesmo parecendo um post comum, ele é identificado com o selo “Patrocinado” para manter a transparência com o usuário.

O que é um influenciador patrocinado?

É alguém que recebe dinheiro de uma marca para divulgar um produto ou serviço. A maioria das pessoas chama isso de “publi”.

Esse tipo de conteúdo patrocinado pode aparecer em:

  • Stories com tags como #publi ou #ad

  • Vídeos no YouTube com a marca aparecendo

  • Postagens com a legenda: “em parceria com…”

Isso também é uma forma de patrocínio, mas com um rosto e uma voz influente apresentando a marca.

Todo patrocinado é confiável?

Nem sempre. Só porque um conteúdo foi patrocinado, não quer dizer que o produto ou serviço é bom. É preciso avaliar:

  • A reputação da marca

  • Os comentários de outros usuários

  • A transparência do anúncio

Muitas empresas sérias patrocinam conteúdos de forma ética. Mas outras usam isso para enganar ou exagerar promessas.

Por isso, vale a pena pesquisar antes de clicar ou comprar.

Posso patrocinar meus próprios posts?

Sim! Se você tem uma empresa, é autônomo, criador de conteúdo ou até uma loja online, pode impulsionar posts para alcançar mais pessoas.

Plataformas como:

  • Instagram e Facebook: com o botão “Impulsionar”

  • Google Ads: para aparecer nas buscas

  • TikTok Ads: para mostrar vídeos para públicos maiores

  • LinkedIn Ads: ideal para negócios B2B

Com pouco investimento (até R$ 10 por dia), já é possível fazer testes e começar a atrair novos públicos.

Vantagens do conteúdo patrocinado

  • Aumenta o alcance rapidamente

  • Segmenta o público com precisão

  • Gera resultados rápidos (visitas, cliques, vendas)

  • Fortalece a presença da marca

  • Pode ser monitorado em tempo real

Desvantagens do conteúdo patrocinado

  • Requer investimento constante

  • Se mal segmentado, pode desperdiçar dinheiro

  • Concorrência alta nos anúncios digitais

  • Nem sempre o resultado é garantido

Depende do seu objetivo. Se você quer crescer nas redes, alcançar novos clientes ou divulgar um produto, o patrocínio pode ser uma boa estratégia. Mas é importante entender como funciona, testar formatos e analisar os resultados.

Mesmo com pouco orçamento, dá pra começar. O importante é aprender com cada campanha e ajustar sempre.

Como tirar print no Mac?

Tá com o Mac aberto e viu algo na tela que precisa guardar? Pode ser um comprovante, uma conversa, um erro ou até uma imagem importante. Em vez de anotar ou tirar foto com o celular, o mais prático é tirar um print direto no Mac, e a boa notícia é que tem várias formas simples de fazer isso.

Se você ainda não pegou o jeito ou veio do Windows, esse guia é pra você. Aqui a gente explica tudo com uma linguagem simples, direta e com todos os atalhos explicados — sem complicações.

Por que saber tirar print no Mac ajuda tanto?

Fazer print não é só questão de praticidade. Isso te ajuda em várias situações:

  • Provar algo que apareceu na tela
  • Salvar um conteúdo importante
  • Mandar informações pro suporte técnico
  • Criar conteúdo para redes sociais, blogs, e até aulas

O melhor de tudo é que o macOS tem funções nativas pra capturar a tela do jeito que você quiser: toda, parte dela ou só uma janela.

Como tirar print da tela inteira no Mac

A forma mais básica e direta é tirar um print da tela completa. Isso serve pra quando você quer salvar tudo que aparece no monitor naquele momento.

Basta usar o atalho com as três teclas mais famosas do macOS. Assim que você pressiona, o print é feito e salvo automaticamente na área de trabalho. A imagem vem com a data e hora no nome pra facilitar a organização.

Como capturar só uma parte da tela

Nem sempre você quer mostrar tudo, né? Às vezes só um pedaço da tela já resolve. Nesses casos, dá pra selecionar exatamente a área que você quer capturar.

A tela fica com um cursor de cruz, e aí é só arrastar com o mouse a área que deseja printar. Quando soltar, pronto: o print está feito e salvo.

Esse jeito é ótimo pra capturar:

  • Apenas um gráfico
  • Um trecho de conversa
  • Um pedaço de uma planilha
  • Um detalhe visual

Tudo de forma rápida e sem precisar cortar depois.

Como tirar print de uma janela específica

Sabe quando você quer capturar só uma janela, como a do navegador ou do Finder? Tem como fazer isso direto, sem precisar selecionar com o mouse.

Assim que você ativa esse modo, o cursor vira uma camerazinha. Basta passar por cima da janela que você quer e clicar. O print sai com um efeito bonito e profissional, como uma “sombra” ao redor da janela capturada.

Perfeito pra:

  • Tutoriais
  • Apresentações
  • Posts mais caprichados

Ferramenta completa de captura de tela no Mac

Tem um jeito ainda mais avançado e fácil de usar, que abre uma barra de ferramentas com opções. Essa barra aparece no canto inferior da tela e mostra botões como:

  • Capturar tela inteira
  • Capturar apenas uma janela
  • Capturar uma área específica
  • Gravar vídeo da tela (sim, também grava!)
  • Definir onde o arquivo vai ser salvo

Essa é a opção ideal pra quem quer mais controle ou ainda não decorou os atalhos.

Onde os prints vão parar depois de tirados?

A maioria das capturas no Mac são salvas automaticamente na área de trabalho, com o nome começando por “Captura de Tela”.

Mas você pode mudar isso. É só abrir aquela barrinha de ferramentas de captura e escolher outro lugar, como Documentos ou Downloads.

Dica: se a área de trabalho está muito cheia, vale criar uma pasta só pra armazenar seus prints. Fica tudo mais organizado.

Como editar o print logo após capturar

Depois de fazer o print, aparece uma miniatura no cantinho da tela. Se você clicar nela antes que suma, pode:

  • Cortar a imagem
  • Destacar algo com marcação
  • Escrever observações
  • Inserir assinatura
  • Usar setas e formas

Tudo isso sem precisar abrir outro programa. Super útil pra quem quer mandar algo rápido com destaque ou explicação.

Como copiar o print direto pra colar

Se você não quer salvar o print como arquivo, mas só colar em algum lugar, como WhatsApp Web ou um e-mail, também dá.

Nesse caso, o print vai direto pra área de transferência. Aí você cola com o famoso “colar” (ou Command + V) onde quiser. Ele funciona igual o “print screen” do Windows.

Dá pra tirar print sem o efeito de sombra?

Sim! Normalmente, quando você tira print de uma janela específica, o Mac coloca uma sombra no fundo. É bonito, mas se você não quiser esse efeito, tem como remover.

Isso é mais útil pra quem trabalha com design ou quer imagens mais “limpas”. Mas, sinceramente, a maioria das pessoas nem liga pra essa parte e pode deixar do jeito padrão mesmo.

Como gravar a tela no Mac (bônus extra!)

Se o que você quer não é print, mas sim um vídeo mostrando tudo que acontece na tela, também dá pra fazer isso sem baixar nada.

A ferramenta oficial do sistema grava tudo o que você estiver fazendo. Você escolhe se quer gravar a tela inteira ou só uma parte. Quando quiser parar, é só clicar no botão de parar que aparece lá em cima, perto do relógio.

O vídeo é salvo como arquivo .mov na área de trabalho, igual aos prints.

Aplicativos que ajudam a melhorar suas capturas

Apesar de o sistema já ser completo, alguns apps extras dão uma turbinada na experiência:

  • CleanShot X – Muito usado por quem cria conteúdo, tem vários recursos extras
  • Snagit – Ideal pra quem faz tutoriais com frequência
  • Skitch – Da mesma empresa do Evernote, simples e intuitivo
  • Lightshot – Gratuito e muito leve

Mas se você só precisa do básico, nem precisa instalar nada. O que o Mac oferece já resolve super bem.

Erros comuns e o que fazer

  1. Print não aparece
    Verifique se está sendo salvo em outro lugar ou se o atalho está correto.
  2. Print sai preto ou com falha
    Alguns apps e sites, como players de vídeo e streaming, bloqueiam capturas por questão de direitos autorais.
  3. Não funciona de jeito nenhum
    Reinicie o Mac e tente novamente. Se persistir, vá em Ajustes > Segurança e Privacidade e veja se o Mac está com permissão para capturar tela.

MacBook, iMac, Mac Mini: tudo funciona igual?

Sim! Todos os comandos servem pra qualquer modelo com macOS instalado. Não importa se é MacBook Air, MacBook Pro, iMac, Mac Studio ou Mac Mini. O que muda é só o tamanho da tela, os atalhos são sempre os mesmos.

Saber como tirar print no Mac é essencial no dia a dia. Seja pra resolver um problema, mostrar algo importante ou guardar uma imagem, o sistema da Apple facilita tudo com atalhos fáceis e várias opções práticas.

Agora que você aprendeu, é só colocar em prática. Com o tempo, você vai fazer isso tão no automático que nem vai pensar mais. E o melhor: sem precisar baixar nada, instalar programas ou complicar a vida.

Quem é Blackn444 (Anthony Gabriel Alves Sampaio)?

Muitas pessoas têm curiosidade em saber quem está por trás do nome Blackn444. Esse é o registro empresarial de Anthony Gabriel Alves Sampaio, um jovem empreendedor que decidiu oficializar sua atividade e transformar a marca em um CNPJ próprio.

Ao observar os dados básicos de sua trajetória, fica claro que não se trata apenas de um apelido, mas sim de uma identidade ligada ao mundo dos jogos eletrônicos recreativos e do entretenimento digital.

Origem e identidade de Blackn444

O nome Blackn444 aparece como a marca empresarial escolhida por Anthony Gabriel Alves Sampaio, que registrou sua empresa em 2019, em Várzea Grande, Mato Grosso. A ideia foi dar um caráter profissional a uma atividade que já fazia parte de seu cotidiano: o trabalho no segmento de jogos e diversão eletrônica.

Muitos empreendedores jovens acabam utilizando apelidos ou codinomes para dar mais força à identidade da marca. No caso dele, Blackn444 se tornou a forma como o público passou a reconhecer a iniciativa, deixando o nome civil para o lado burocrático.

Onde a empresa está localizada

A sede da Blackn444 fica em Várzea Grande (MT), um município que cresce cada vez mais em setores de serviços e comércio. O endereço formal da empresa mostra que Anthony optou por manter o empreendimento próximo de sua realidade local, buscando expandir oportunidades de negócios dentro da própria região.

Isso é algo comum entre empreendedores que trabalham com games e recreação eletrônica, já que não é necessário estar em grandes centros para se destacar. Muitas vezes, a inovação vem justamente de lugares onde o mercado ainda não está saturado.

Atividade principal

A empresa está registrada com foco em jogos eletrônicos recreativos. Essa classificação abrange diferentes tipos de entretenimento digital, desde máquinas de jogos e fliperamas até experiências mais modernas, que envolvem consoles e realidade virtual.

O ramo de entretenimento é um dos que mais cresce no Brasil, especialmente por causa do público jovem e do consumo crescente de videogames. Anthony, ao registrar sua empresa, demonstrou visão estratégica de transformar uma paixão em negócio.

Características do nome e marca

O nome Blackn444 chama atenção por ser curto, impactante e de fácil memorização. O uso do número 444 pode ter diferentes significados, como uma referência mística, um detalhe pessoal ou simplesmente um elemento para destacar a marca em meio a tantas outras.

Esse tipo de escolha é comum em áreas ligadas à tecnologia, games e cultura digital, pois transmite modernidade e se conecta com a linguagem do público.

O que sabemos até agora sobre Anthony Gabriel Alves Sampaio

  • É o responsável pelo registro da empresa Blackn444.
  • Atua no setor de entretenimento e jogos eletrônicos.
  • Criou a marca em 2019, formalizando sua atividade com CNPJ.
  • Está vinculado à cidade de Várzea Grande, no Mato Grosso.
  • Optou por uma identidade forte e marcante para dar mais visibilidade ao seu negócio.

Possibilidades futuras

Empresas desse tipo podem expandir de várias formas: criação de pontos físicos de jogos, venda de equipamentos, produção de conteúdo digital, ou até mesmo participação em eventos de cultura gamer. A escolha do nome e a formalização inicial mostram que Anthony tem interesse em se consolidar nesse setor.

Seja como empreendedor local ou como alguém que pode crescer em nível nacional, Blackn444 já carrega uma identidade diferenciada.

Anthony Gabriel Alves Sampaio é o nome civil por trás da marca Blackn444, registrada em 2019, em Mato Grosso, com foco em jogos eletrônicos recreativos. Ele representa a nova geração de empreendedores que enxergam no entretenimento digital não só diversão, mas também oportunidade de negócio.

A marca chama atenção pela originalidade e pela força do nome, o que pode indicar planos maiores para o futuro. Assim, Blackn444 se coloca como um exemplo de como jovens empreendedores estão construindo caminhos dentro do universo dos games.

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